Neste artigo, os autores argumentam que a Internet, se não é a solução, é um dos possíveis caminhos para que o desafio das questões relacionadas à água e ao saneamento básico seja endereçado com o uso intensivo de conhecimento.
Os autores sustentam que o ideal seria o investimento do país na construção de sistemas integrados de informação que possibilitem o planejamento, o monitoramento e a avaliação das políticas, programas, projetos e ações relacionados ao assunto nas várias esferas da ação pública: federal, estadual e municipal. Dessa forma, gestores em todas as esferas e regiões do país precisam ter acesso à informação, conhecimento e expertise nestas áreas.
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