Observar isoladamente informações financeiras como fluxo de caixa e valor líquido de seus produtos pode fazer com que gestores subestimem os benefícios dos investimentos em inovação. Muitos comparam esses resultados ao cenário anterior, quando nada era feito.
Atender aos anseios dos acionistas seria outra dificuldade apontada no artigo. Os autores analisam ainda que para evitar despesas, empresas estabelecidas buscam alavancar o que já existe. Já os estreantes têm mesmo que começar do zero, o que lhes colocaria em certa vantagem.
Para os pesquisadores esses instrumentos financeiros não são definitivamente ruins, mas estariam sim, sendo aplicados de forma contrária à inovação.
Por Clayton M. Christensen, Stephen P. Kaufman e Willy C. Shih
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