As raízes de uma sociedade criativa estão na educação básica. Mas com o volume de fatos a serem absorvidos pelos estudantes hoje em dia, resta pouco tempo para uma reflexão mais profunda sobre sua moral. O resultado disto tem sido uma geração de técnicos, ao invés de visionários, mais preocupados com uma carreira do que uma ideia revolucionária para a sociedade.
A partir desta premissa, o autor sugere formas de incluir o ensino do pensamento criativo - essencial para a era de intangíveis e capital intelectual em que nos inserimos - no ensino básico, como, por exemplo, aumentando o orçamento de escolas para atividades de música e arte.
Por Wayne Morris
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