O presente artigo defende a tese de que a expressiva participação das empresas juniores na prestação de serviços para organizações do terceiro setor sinaliza uma nova estratégia de formação profissional e de intervenção e transformação social.
Segundo o autor, essa tendência ao mesmo tempo qualifica profissionais mais habilidosos e experientes, que aprendem a gerar ações concretas de mudança na realidade social.
Por Edson Marques Oliveira
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