Além de analisar a inovação tecnológica como um dos determinantes das exportações das empresas no Brasil, o artigo também busca medir o impacto de variáveis como a escolaridade da mão de obra empregada e o aumento médio de eficiência de escala.
A pesquisa traz dados empíricos, sugerindo que as empresas que realizam inovação tecnológica têm 16% mais
chances de serem exportadoras do que as firmas que não fazem inovações. Já o aumento de 20% na eficiência de escala da média das firmas na indústria brasileira aumentaria em 4,2% a probabilidade da firma ser uma exportadora.
Por João Alberto De Negri e Fernando Freitas
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