A forma convencional de patentear produtos é contrastada com as necessidades atuais de patentes de programas computacionais, um mercado que é caracterizado pela inovação rápida e sequencial, reusando e recombinando componentes.
O artigo argumenta sobre a possibilidade das patentes entravarem a inovação da indústria de softwares e apresenta uma possível solução, uma forma diferenciada de patentear esses produtos.
Por Julie E. Cohen e Mark A. Lemley
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