O presente artigo tem como objetivo analisar como se constroi e se gere uma rede de inovação. Para isso, apresenta o esquema conceitual de um trabalho desse tipo de múltiplos atores regionais, formalizado em uma organização associativa com critérios de preenchimento definidos previamente.
Segundo os autores, diferentemente da maioria das redes de inovação presentes na literatura, o esquema conceitual apresentado é de uma rede de inovação com uma estrutura horizontal, induzida pelo governo, possuindo uma coordenação centralizada e orientada pelas firmas.
Por Ivan Pellegrin, Moisés Balestro, José Junior e Heitor Caulliraux
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