De que forma o Manual de Oslo da Inovação, um dos mais respeitados da atualidade, realmente comporta todos os objetivos e informações necessárias para se inovar tanto na área pública quanto privada e acadêmica? Esta é a pergunta central que faz o presente artigo.
Segundo o texto, tanto esse estudo quanto outros realizados com interesses similares têm de ser questionados constantemente se são confiáveis mesmo para a realização de políticas de inovação tendo as suas informações como base.
Por Mónica Salazar e Adam Holbrook
Leia o artigo na íntegra neste link (em pdf, em inglês).