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Cultura de inovação e aprendizado 

 Capacidade inventiva 

Grandes empresas norte-americanas se tornaram conhecidas pela capacidade de inovar em diferentes períodos. Agora, o Brasil tenta chegar lá.

Pouco antes do ataque japonês a Pearl Harbor, em 1941, a companhia norte-americana DuPont se perguntava o que fazer com os produtos que havia desenvolvido para o esforço de guerra que se aproximava. Até então, a empresa trabalhara duro para produzir matéria-prima para roupas e paraquedas.

No pós guerra, entretanto, a produção de nylon e lycra resultaram em enormes lucros para a multinacional, pois serviram para produzir inúmeros e úteis bens de consumo para a população.

A DuPont é uma entre as centenas de empresas norte-americanas que demonstraram capacidade de inovar em diferentes períodos. Nos dias de hoje, o exemplo mais evidente dessa habilidade talvez possa ser a Apple. Anos atrás, foram destaque a Microsoft, a IBM e a Xerox.

Atualmente, o Brasil se destaca no campo das commodities e na exportação de alguns manufaturados. No entanto, outros bons resultados demonstram nosso desejo de ir além. Em 2011 foram solicitadas mais patentes no País do que em 2010 e empresas, universidades e centros de pesquisa parecem cada vez mais interessados em trabalhar conjuntamente.

Para conferir outras oportunidades encontradas pelo nosso País nos últimos anos, leia a notícia na íntegra.

Jornal Brasil Econômico. 
 
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