A maior parte dos inovadores é otimista – ou não seriam inovadores. Esta é a opinião de Jeffrey Phillips, que aponta, entretanto, que é preciso balancear o otimismo com os desafios enfrentados no dia a dia. O exemplo encontrado por ele é o caso do vazamento de petróleo causado pela explosão da plataforma da empresa BP. Neste caso, uma estimativa otimista de um vazamento menor que a realidade causou demora em ações contra o problema.
Segundo o autor, em circunstâncias em que um resultado positivo é mais provável, é melhor ser otimista, mas, ao contrário, o melhor é ser pessimista, já que mais recursos e tempo serão investidos para recuperar ou resolver um problema. Phillips faz um trabalho de reflexão ao observar como estas duas possibilidades podem ser aplicadas ao mundo dos negócios e à inovação.
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