No início de julho, o mundo testemunhou o último lançamento para o espaço feito pelos Estados Unidos. Isso nos fez comparar os processos de lançamentos espaciais e projetos de inovação e pensar o que podemos aprender com os desbravadores do espaço. Antes de iniciar uma missão, os astronautas e o pessoal que fica na Terra, planejam a viagem por meses, às vezes até anos, já os inovadores agem de acordo com o momento, sob pressão e em uma mudança de mercado, ou seja, a inovação é mais reativa enquanto a missão especial é mais planejada e pró-ativa.
Entretanto, tanto um quanto o outro, devem pensar em como escapar da gravidade, da inércia e do senso comum. Os dois projetos, inovador e espacial, estão sujeito a encontrar obstáculos e turbulências, o que requer outra solução e preparação. Outra característica comum entre esses dois processos é a falta de definição da missão, uma delas por que vai descobrir algo, território ou planeta, outra porque vai lançar algo que ninguém tem, com características diferentes para resolver algo que não tinha solução até então.
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