A ciência e os avanços tecnológicos diminuem cada vez mais a distância entre o que vemos nos filmes de ficção e o que vemos no mundo real. A prova mais recente disto foi a criação de Stan Franklin, da Universidade de Memphis, que contou com o apoio de outro cientista e um filósofo.
O robô criado por Stan deu sinais de ter consciência. LIDA, nome do robô, é uma "mente artificial" inteiramente gerada por software, ao contrário de experimentos de inteligência artificial que procuram replicar os próprios neurônios ou até construir um cérebro em um chip.
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