Paulo Blikstein, brasileiro formado pelo prestigiado MIT (Massachusetts Institute of Technology), comanda na Califórnia um laboratório que incentiva os alunos a colocar seus projetos teóricos em prática. Todas as quintas-feiras, eles constroem um experimento no laboratório da Universidade de Stanford.
“Você tem que fazer ciência para aprender ciência. Não tem como aprender apenas escutando uma pessoa falar. Não se pode ensinar alguém a nadar se você não tem uma piscina”, compara.
Para o professor, a sociedade brasileira tem na inovação da educação uma grande oportunidade de redesenhar a cultura.
“Me pergunto o que aconteceria se ao invés de acordar todos os dias para ir a escola estudar uma fórmula, as crianças acordassem para inventar algo novo. E me pergunto o que aconteceria com o país que fizesse isto primeiro”, diz ele.
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