Para Mario Fioretti, gerente-geral de inovação e design da Whirpool, inovar não é tirar coelhos da cartola, espalhar caixas de sugestões pelos corredores ou colocar todas as fichas em tecnologia de ponta. Em entrevista ele explica como e porque esta organização se tornou um famoso benchmark.
Há tempos a fabricante de eletrodomésticos descobriu que seu segredo está em investir na inteligência por trás do desenvolvimento de produtos e, sugere que para inovar é preciso perguntar: "Como dar competitividade ao negócio? Como lidar com a cadeia de valor sob uma perspectiva diferente? Onde estão as oportunidades para obter mais valor?".
Para descobrir se um produto na prancheta vale a pena ser desenvolvido a empresa criou dois índices: o i-pipe (innovation pipe) e o i-revenue. O pimeiro é utilizado para calcluar quanto a empresa pode ganhar quando o produto for lançado no mercado, enquanto o segundo mede quanto de fato o produto inovador rendeu. Por meio de um processo sistemátio, com comitês de análise de produtos, monitoramento de rentabilidade e de projeção de produtos futuros.
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